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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O que não foi normal

Como o blog havia previsto nos palpites das oitavas da Copa do Brasil, entre os paulistas, só sobrou o Corinthians.

O Luverdense fez até (muito) mais do que se esperava dele (ou o Corinthians fez muito menos, depende do ponto de vista). Mas não dava.

O Santos ainda luta pra tentar formar um time. Deu azar no sorteio e caiu pra um time superior.

E o Palmeiras, por mais que seu torcedor discorde (ou discordava até ontem) ainda não tem um time nível Série A. O Atlético-PR melhora a cada dia e não teve grandes dificuldades no jogo em casa.

Até aí, tudo normal.

Vamos falar agora do que não foi normal nestes confrontos.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Chupem!


Pois é amigos, por vezes a bola escolhe uma quarta-feira marota pra enganar todo mundo.

Aposto que vocês tinham seus palpites prontinhos pra ontem.

E aposto também que praticamente todos foram derrubados.

A função de dias como o de ontem é lembrar que futebol é um esporte completamente diferente de todos os outros. Às vezes dá até pra duvidar se é esporte mesmo.

Acharam que os principais jogos de ontem tinham um resultado óbvio?

Então. Chupem. Todos vocês, palpiteros errantes. Inclusive este blogueiro que vos fala.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Os melhores do Brasil, enfim, na Copa

Rolou hoje o esperado sorteio das oitavas de final da Copa do Brasil.

Depois das fases que fizeram os 80 participantes virarem 40, depois 20 e por fim 10, estes se juntam às equipes que participaram da Libertadores (com a exceção do São Paulo que tem de “defender” o título da Sul-Americana) e o Vasco (melhor classificado no Brasileirão do ano anterior, além dos classificados pra Liberta) para realizarem o restante do mata-mata.

Os confrontos e mandos já estão definidos e agora podemos analisar quem tem mais chances de disputar o título em novembro.

Entre barbadas e clássicos nacionais, aqui vão as análises das oitavas de final da Copa do Brasil, que acontecem nos dias 21 e 28 de agosto.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Má fase corporativista

Os mais adiantados (tipo o Rogério), após acompanharem a partida de ida entre Newell’s Old Boys e Atlético-MG desta quarta-feira, já apostam na queda do Galo na Libertadores. O que pode representar o fim da “moda atleticana” que tomou conta do País nos últimos meses.

E o mais curioso de uma possível derrocada do Galo seria o fato de não termos NENHUMA EQUIPE em grande fase em todo o Brasil.

O Botafogo não vive nenhuma crise, temos que admitir. Mas também está longe de uma lua de mel junto ao seu torcedor.

O Corinthians talvez seja o que está mais próximo do que se considera uma boa fase. Mas estando a apenas um ponto da zona de rebaixamento no Brasileirão, o corintiano também não está “rindo a toa”.

E quanto a todos os outros clubes grandes do País? Olha...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Aqui é retrabalho

Já ouviu falar naquele papo de que você deve sair de um lugar deixando as portas abertas pra uma possível volta? Não é conversa mole não. É importante de verdade.

Quando se fala em treinador de futebol, nosso tema de hoje, então, é primordial.

Sempre que Abel Braga estiver sem emprego, o Internacional estará pronto pra acolhê-lo. O mesmo serve para o Cuca no Fluminense ou para o Tite no Grêmio.

Mais do que respeito, competência, resultados e gratidão (obrigatórios pra qualquer ser humano em qualquer área) a consideração com a história do clube onde se trabalha é o que faz da instituição “uma casa pra onde o cara sempre poderá voltar”.

E a falta disso faz exatamente o contrário.

Muricy Ramalho sempre focou apenas em entregar resultados. A todo custo.

Quando eles paravam de aparecer, a falta das outras qualidades fazia dele automaticamente um peso para todos do respectivo clube.

E assim, até hoje, sua volta nunca foi desejada por nenhum ex-clube.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Pra seguirmos com o máximo

Quando acabou a fase de grupos da Libertadores muitos de nós, brasileiros, ficamos “envaidecidos” com o fato de colocarmos todos os seis participantes tupiniquins na fase de mata-mata.

Um fato histórico. 

Jamais alcançado em qualquer outra edição da competição (até porque só nós ou a Argentina podem entrar com tantos times de uma vez só).

E agora temos a real possibilidade de colocarmos cinco brasileiros nas quartas (já que o confronto entre Atlético-MG e São Paulo não nos permitiria mais que isso).

Se 6 em 16 já era incrível, imagine 5 em 8.

Não tá difícil, é só ninguém fazer bobagem.

quinta-feira, 28 de março de 2013

A nova quinta (e a nova quarta) força do futebol paulista

Sou muito a favor da manutenção de tradições no futebol. Sempre que sobram numa briga contra o rebaixamento, por exemplo, um grande e um pequeno, torço pro grande se salvar.

Pra mim o Brasileirão fica perfeito se os vinte forem Flamengo, Corinthians, Vasco, São Paulo, Fluminense, Santos, Botafogo, Palmeiras, Atlético-MG, Internacional, Cruzeiro, Grêmio, Atlético-PR, Bahia, Coritiba, Vitória, Sport, Santa Cruz, Goiás e mais uma equipe x pra apanhar de todo mundo. Catarinense, Cearense, Paraná Clube, Náutico, América-MG, tanto faz, mas não mais que um de cada vez.

Sei que é utópico e o rebaixamento de quatro impossibilita o sonho, mas, possível fosse, sempre teríamos, pelo menos, uns cinco jogos clássicos das principais forças do futebol brasileiro por rodada.

E eu continuava nesse sonho até que, em meio a estes delírios, nasce um fenômeno no qual custei a acreditar. O de que até mesmo uma grande força pode se apequenar. E ainda por cima dar espaço pra que outra ocupe seu lugar.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Um pouquinho de lá, um pouquinho de cá

Talvez alguns de vocês tenham reparado que vai rolar uma pausa estranha na Libertadores.

As equipes voltam a campo agora apenas no início de abril por causa das datas FIFA que estão chegando com eliminatórias pra Copa, amistosos e tudo mais que você já tá acostumado.

A regra vale para os principais nacionais europeus e pra competições continentais. Portanto, a Champions também dá uma pausa (a gente não percebe porque já tá acostumado com grandes espaços entre uma fase e outra das pelejas europeias).

E como tivemos rodadas completas na Liberta, e também o sorteio das quartas na Champions, podemos aproveitar esse período pra analisar o que já rolou e o que está por vir.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Neste primeiro mês da temporada 2013 eu vi...

Pois é amigos, faz mais ou menos um mês que nosso clubes voltaram a correr atrás da bola (e alguns já parecem cansados).

Sei que o começo dos estaduais não é lá um grande parâmetro pra dizermos o que será do 2013 de cada um. 

Mas algumas coisas já deu pra observar.

Por exemplo: Se a Ponte Preta fosse de outro estado, além do fato de que já teria 18 títulos estaduais, fatalmente venceria a edição 2013 também.

Se os treinadores fossem trabalhar em equipes compatíveis às suas últimas conquistas, Luxemburgo hoje estaria treinando o Macaé.

E se o Neymar vendesse tomate no Mercadão, não pegaria nem as figurantes da RedeTV.

Agora deixando as brincadeiras de lado, vamos ao que interessa, os times e suas características (boas e ruins) já expostas neste início de 2013.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Vai começar a brincadeira

Olha ela aí de novo. A destruidora de sonhos, criadora de heróis e fábrica de histórias do futebol na América Latina.

A Taça Libertadores da América 2013 vai começar. Na verdade até já começou. Mas hoje é a estreia dos brasileiros na fase de grupos.

O Fluminense já está na Venezuela pra enfrentar o Caracas, e em Belo Horizonte promessa de jogaço com Atlético-MG e São Paulo.

Amanhã o Palmeiras recebe os peruanos do Sporting Cristal e o Grêmio joga em casa contra o chileno Huachipato. Corinthians só na semana que vem.

O Brasil venceu cinco das últimas oito Libertadores (sendo vice nas outras três), e a chance de manter a hegemonia é grande.

Ainda assim vale a análise sobre nossas chances e os principais adversários neste ano.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Esporte e superstição

No final do ano passado, ali pela trigésima e sei lá o quê rodada do Brasileirão, um fato muito curioso marcou a luta (frustrada) do Palmeiras contra o rebaixamento.

Antes do início do jogo contra o Cruzeiro, em Araraquara (SP), um dos assessores de imprensa do clube foi visto jogando sal grosso no pé da trave de um dos gols do Estádio da Fonte Luminosa, tão lembrados?

Pois é, o Palmeiras acabou vencendo aquele jogo marcando dois gols exatamente na baliza “abençoada”. O acontecimento foi muito comentado durante dias e, ao que parece, o sal grosso acabou cedo demais.

Mas o Palmeiras não foi o primeiro e nem o último a apostar em superstições no esporte. E alguns casos em especial, valem ser lembrados por aqui.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Subindo pelas paredes

O futebol é sensacional mesmo né não? Desde o pior time do mundo até os grandes multicampeões, todos, absolutamente todos, estão à mercê dos caprichos da bola.

Peguemos por exemplo o caso do São Paulo ontem.

Fosse a seis anos atrás, o Tricolor provavelmente cagaria baldes pra Copa SulaMiranda. Vindo de títulos de Paulistão, Brasileirão, Libertadores e Mundial, a competição de fim de ano da Conmebol seria uma daquelas em que se colocaria a base da Copa São Paulo de Juniores e o grande destaque do time seria a nova chance dada ao Sérgio Mota.

Ressalto que não estou de modo algum depreciando a campanha são-paulina. É óbvio que é muito importante e representativo chegar em mais uma final internacional.

Só quero falar de como o tempo na seca pode fazer com que aquela moça ou cara, que até pouco tempo você achava bem meia-boca, fique incrivelmente atraente.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Descansou

Nós, fãs de futebol aqui no Brasil, temos vários entes queridos. Doze deles em especial são os mais importantes e mais presentes em nossas vidas. 

Quatro moram em São Paulo, quatro moram no Rio, dois moram em Minas e dois no Rio Grande do Sul.

É difícil pra nós nos preocuparmos com doze pessoas ao mesmo tempo. Mas podemos dizer que, cada um ao seu modo, onze deles estão encerrando o ano na boa.

Uns mais felizes pelas conquistas alcançadas em 2012, outros nem tanto. Tem um que tá até com viagem marcada pro Japão agora em dezembro.

Enfim, quase todos numa boa esperando 2013.

Quase todos.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Decidiu o título, mas não apareceu no pôster

Enquanto a mãe do Robinho passeava com os
sequestradores em 2004, o vovô Basílio teve que resolver
Como sempre diz o pofexô Vanderley, todo time campeão vai pra final precisando de um dos seus reservas.

Invariavelmente, durante a caminhada, algum titular é vendido, se machuca ou é suspenso. Nessa hora é que o treinador precisa de um reserva de confiança, que não vai colocar todo o trabalho a perder.

Num primeiro momento, a expectativa é de que o cara entre e não comprometa. Faça o arroz com feijão.

Mas às vezes somos surpreendidos, e esse cara que saiu do banco desacreditado vai lá e decide o campeonato.

Entre os grandes paulistas lembro de quatro boas histórias pra contar aqui.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Futebol é festa

Fala sério, tem coisa mais bacana num jogo de futebol do que a hora do gol?

Antes tem aqueles dois segundos em que todo mundo prende a respiração enquanto o atacante chuta, e só depois a explosão. Um minuto de pura festa no embalo da comemoração que rola em campo.

E por falar em comemoração de gols, tem jogador que se supera hein? Enquanto uns fazem de um estilo de comemoração sua marca registrada, outros fazem provocações históricas que são lembradas pra sempre.

Num tempo em que as comemorações são punidas com cartão amarelo, vamos lembrar de algumas de um passado nem tão distante, quando essa “bagunça” era parte obrigatória do espetáculo.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Os Grand Canyons do Brasileirão

O Campeonato Brasileiro de 2012 chega à sua reta final lembrando os primeiros anos de Schumacher na Ferrari. As três principais "regiões" da classificação estão separando integrantes de postulantes por grandes margens de pontos.

Teremos mais oito rodadas até dezembro para confirmar o que já sabemos, assim como o alemão que corria as quatro ou cinco últimas corridas da temporada por pura diversão (e mesmo assim vencia).

Nunca concordei muito com a ideia da CBF em colocar clássicos nas rodadas finais pra “evitar a entrega de jogos”. O cara que quer entregar um jogo pra ferrar o rival entrega na última, na penúltima, na antepenúltima ou na 26ª rodada. Não faz diferença.

Mas esse ano, a solução "tucana" (já que estamos no clima das eleições, não posso negar que esse tipo de remendo é a cara do PSDB) vai funcionar em outro sentido.

Só mesmo um clássico pra segurar a atenção do povo numa rodada que não valerá nada, já que as disputas por título, Libertadores e contra a queda estão virtualmente encerradas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O elo fraco

Hoje vamos tentar rir de um assunto que dá vontade de chorar. É dia de falar do pereba, do caneludo, do curupira, do pé torto, do jogador inacreditavelmente ruim que exibe toda sua falta de habilidade pelos campos brasileiros.

No dialeto boleiro, essa cara também pode ser chamado de "elo fraco" do time, numa alusão ao ponto onde a corrente tem mais chance de arrebentar.

Até mesmo nos jogos de quadra e society entre amigos, este ser é rapidamente identificado e não recebe mais passes do resto do time.

No futebol profissional é mais difícil "neutralizar" o cara em campo. Por isso, geralmente ele fica no banco.

No entanto, conforme bem diz um sábio ditado futebolístico, "o problema de ter um cara muito ruim no elenco, mesmo que no banco, é que um dia ele vai ter que jogar".

Esta é uma das maiores verdades da bola. E não precisamos ir longe pra provar isso. Os quatro paulistas já nos dão exemplos suficientes. Quer ver só?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Azedou

Pois é rapaziada, o fim de semana eleitoral não foi difícil apenas para a Carminha e o Celso Russomano.

No esporte também teve muita gente lamentando os dias 06 e 07 de outubro.

Principalmente aqueles que estavam buscando algo extremamente difícil, e tiveram suas duras caminhadas frustradas por falta de sorte ou de competência mesmo.

O que já era milagre ficou muito mais complicado para nossos dois personagens de hoje.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Não deu nem graça...

Já diria Jardel, o filósofo da bola: Clássico é clássico e vice-versa. Não importa se pelo Estadual, Brasileirão ou Libertadores. Enfrentar um rival é sempre diferente.

Não compartilho da opinião de quem acha que não faz diferença pro cara enfrentar um rival ou o Bragantino.

A força das principais camisas brasileiras geralmente equilibra jogos que teriam um vencedor óbvio.

Mas em outras vezes não.

A cada 78 luas o torcedor é agraciado com um atropelamento sobre um rival. É um dia especial, em que tudo dá certo, e até aquele volante caneludo acerta lançamento de 40 metros.

Pra te ajudar a lembrar de alguns destes bons momentos reuni algumas destas goleadas em clássicos.

Você é livre pra relembrar também o atropelo que seu time levou, se quiser.

domingo, 16 de setembro de 2012

A última pá de terra

Esperei um pouco mais pra falar sobre a saída de Felipão no Palmeiras. Algumas coisas pareciam mal explicadas, nebulosas.

Mas no fim das contas foi uma saída de treinador como qualquer outra.

Realmente existiam problemas graves entre grupo e treinador. Principalmente pelo modo que Felipão reclamava da qualidade técnica do grupo pra imprensa.

Jogador nenhum tolera isso.

Felipão é um dos maiores treinadores do País sem dúvidas. Mas nem Rinus Mitchell vencia jogos sem um time ao seu lado.

A diretoria palmeirense tinha dois caminhos pra escolher. O mais difícil, que seria prestigiar o treinador e aplicar sanções aos jogadores rebeldes (mesmo correndo o risco de perder o resto do grupo), ou o sempre usual caminho mais fácil de trocar o treinador.