Mostrando postagens com marcador libertadores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador libertadores. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Bonde do “vou-não-vou”

Deve fazer mais ou menos uns dois anos que falei sobre uma característica muito curiosa do Campeonato Francês. Toda temporada forma-se um bolo de uma dúzia times no meio da tabela separados cinco ou seis pontos.

Equilíbrio que pode ser interpretado positiva ou negativamente, depende de quem vê. E aí é melhor confiar na visão de quem acompanha sempre. Confesso não assistir tantos jogos da Ligue 1 assim (rs), por isso prefiro não cravar o quão ruim ou boa é a competição.

Mas agora aconteceu o mesmo por aqui, no nosso Brasileirão.

E do nosso quintal podemos falar com bem mais propriedade.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Quando toda a paixão se justifica

Não precisamos repetir aqui o quão apaixonados somos por futebol. Desde sempre e até nos piores momentos.

Mas vamos combinar que quando a bola ajuda a gente a gostar ainda mais, facilita, não é verdade?

E nesses últimos tempos parece que ela decidiu se superar ano a ano. Como quem tenta "limpar a barra" conosco. Pagar todos os seus débitos e tirar o nome do SERASA.

E não satisfeito em quitar seus débitos, ainda tem deixado grandes histórias de troco.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Tem como não amar o futebol?

E o jogo de ontem, hein? Rapaz, que show. 

Num país onde o Chatileirão se arrasta até dezembro, temos poucas chances de assistir a grandes jogos como os de Libertadores.

E o Galo tá garantindo nosso entretenimento esse ano.

Buscou uma heroica (e talvez inédita, não tenho certeza) vitória em La Paz, deu shows dignos de Globetrotters nos confrontos contra o Arsenal de Sarandí, deitou nos confrontos contra o São Paulo, proporcionaram emoção extrema e desnecessária contra o Tijuana e ontem... ah, ontem o bicho pegou.

Dá pra dividir o que aconteceu nesta quarta em pelo menos quatro capítulos.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Galo bom só canta depois do dia clarear

Quase deu m...eleca.

O Atlético-MG é o grande favorito da Libertadores desde a desclassificação do Corinthians contra o Boca Juniors. Está jogando um futebol muito atraente. Fazendo gols. Invicto em casa. O time todo correndo muito e tal.

E nessa hora, quando o favoritismo se instalou definitivamente em BH, o Galo cometeu o eterno erro dos franco favoritos.

Time, treinador e até torcida acreditaram ser imbatíveis. A máscara do pânico (uma puta ideia, diga-se de passagem) antes do jogo exemplificava isso.

O sentimento do “comigo ninguém pode” tomou conta. E por um milagre a derrota mais doida da história atleticana não veio quinta-feira passada.

E assim, o que aprendemos no último dia 30 no Estádio Independência amiguinhos?

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sobre Tite e mulheres ao volante

Você sabe qual é a principal diferença, em 90% dos casos, do estilo de guiar um carro entre homens e mulheres?

As mulheres em geral são mais cuidadosas, mais atentas. Fazem as coisas mais devagar e assim se livram de problemas. Dirigem com foco em evitar o erro. 

Enquanto os homens são mais agressivos, metidos a piloto, dirigem como se estivessem em seu videogame, ficando assim mais propensos a erros. Dirigem como quem busca uma vitória, seja ela chegar cinco minutos antes do previsto ou evitar um farol vermelho.

Como os homens costumam guiar no limite, geralmente eles possuem (porque “treinam”) mais reflexos que elas. São donos de uma maior capacidade de reações rápidas em situações extremas (como pra evitar colisões iminentes, por exemplo), o que pode passar pro cara a sensação de ser “um talento do volante”, e consequentemente um motorista melhor que elas.

Mas situações extremas são coisas que acontecem bem de vez em quando. Portanto, pra rotina do trânsito, o estilo feminino é mais seguro e eficiente. E por isso, não raras vezes, são consideradas com razão motoristas melhores que os homens.

Mas por que esse papo todo? Qual é a dessa brisa de hoje do Dello? Cadê o Tite nessa história?

Calma, você já vai entender.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Uma noite para ser esquecida

Por Wesley Souza

Caros tricolores hexacampeões brasileiros, tricampeões da América e do Mundo. Tivemos uma noite para ser esquecida ontem no Horto, em Belo Horizonte. Com falhas individuais, falta de volume de jogo e pouca RAÇA, o São Paulo foi; muito justamente, diga se de passagem; eliminado da Copa Libertadores da América de 2013. 

Numa noite inspirada do Jô (é aquele mesmo do quadrado mágico, Jô, Bobô, Abuda e Wilson!), que marcou três gols (pasmem, três gols do Jô), Diego Tardelli (sempre que joga contra o time da capital paulista, joga muito) e de Ronaldinho (ele, sempre ele) o Atlético-MG impôs em seus domínios o estilo de jogo agudo e avançado que faz dele, hoje, a melhor equipe do Brasil.

O jogo começou como todos esperavam, o Atlético buscava o gol e o São Paulo...

terça-feira, 7 de maio de 2013

Pra seguirmos com o máximo

Quando acabou a fase de grupos da Libertadores muitos de nós, brasileiros, ficamos “envaidecidos” com o fato de colocarmos todos os seis participantes tupiniquins na fase de mata-mata.

Um fato histórico. 

Jamais alcançado em qualquer outra edição da competição (até porque só nós ou a Argentina podem entrar com tantos times de uma vez só).

E agora temos a real possibilidade de colocarmos cinco brasileiros nas quartas (já que o confronto entre Atlético-MG e São Paulo não nos permitiria mais que isso).

Se 6 em 16 já era incrível, imagine 5 em 8.

Não tá difícil, é só ninguém fazer bobagem.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Corinthians que é Corinthians joga com vontade. Sempre.

Por Pedro Nuin

É compreensível que o Campeonato Paulista seja algo bem ultrapassado, que nos faz perder o interesse a cada ano. Estádios cada vez mais vazios, jogos entre times grandes e times cada vez menores além de muito desinteresse por parte de todos em uma fórmula que se arrasta por meses. 

Mas isso não pode se aplicar ao Corinthians. É só olhar para as arquibancadas. Público sempre a cima dos 20 mil pagantes, torcida cantando, querendo ganhar. 

Então por que o time não joga com essa mesma vontade?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A Maldição do Melhor Líder

Era uma vez, na cidade colombiana de Cali, a Corporacion Deportiva América. Nascida em 1918, só formou seu primeiro time de futebol em 1927. Era uma equipe que tentava rivalizar com o Atlético Nacional, de Medellín. Mas não conseguia porque nunca ganhava porcaria nenhuma.

Foram mais de 50 anos de existência e de chacotas sem títulos (se você acha que o palmeirense sofre sendo piada há mais de uma década, imagine ser piada por cinco), até formar o melhor time de sua história na década de 80. O goleiro do esquadrão era Julio Cesar Falcioni (até outro dia treinador do Boca Juniors) e os caras venceram os Campeonatos Colombianos de 1982, 83, 84, 85 e 86. Já eram portanto no mínimo do mesmo tamanho do Atlético.

Para se tornarem maiores que os rivais, faltava apenas uma glória internacional (coisa que o Atlético não tinha). Era o momento de aproveitar aquele grande time e conquistar uma Libertadores.

E é aqui que começa a nossa história sobre “A Maldição do Melhor Líder”, que já acompanha a competição continental há 15 anos.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

São Paulo: do inferno ao céu em 90 minutos

Por Wesley Souza

O que falar do jogo de ontem? Bom, primeiramente aqui vai o meu CHUPA a todos que torceram contra, fizeram piadinha e deram risada, CHUPA de novo.

Mas bem, como diria Jack Estripador, vamos por partes.

Primeiro, o time começou bem, marcando em cima e não dando espaços para o Galo (forte e brigador?) tocar a bola e principalmente anulando, com lealdade e não violência, o camisa dez dos caras que nada mais é do que o Ronaldinho.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Tem que ser agora

Em 1985 a cidade de São Paulo realizou suas primeiras eleições municipais pós-redemocratização.

A disputa ficou polarizada principalmente entre três nomes: Eduardo Suplicy (PT), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Jânio Quadros (PTB). Este último seria eleito com mais de 37% dos votos.

Já nosso ex-presidente FHC terminou em segundo com pouco mais de 34% dos eleitores. Em sua campanha, ficou marcado o jingle “é pique, é pique, é pique / é hora, é hora, é hora / Fernando Henrique, tem que ser agora”.

Sim, dei toda essa volta na história pra chegar nesse jingle ridículo. Mas você vai entender logo mais à frente.

O São Paulo jogou ontem e perdeu para o The Strongest, na Bolívia. Se complicou muito com este resultado óbvio (a vitória do Atlético lá foi uma exceção histórica, já que em geral todo mundo perde).

E além dos pontos, perdeu Jadson (que levou o terceiro amarelo) para a grande “decisão” do dia 17, contra o Atlético-MG no Morumbi.

E, com Jadson fora, a responsabilidade de conduzir o meio-campo tricolor no jogo mais importante do ano ficará toda pra quem?

É amigos, o são-paulino pode, a partir de hoje, cantar o “jingle do FHC”, apenas trocando “Fernando” por “Paulo”.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Ri, mas não desacredita não

Se eu te pedir pra listar os cinco técnicos brasileiros que mais têm sido alvos de chacotas nos últimos anos, fatalmente sua lista terá o nome de Alexi Stival. Tá, talvez não ESSE nome exatamente, mas seu apelido, Cuca.

Ele frequentemente realiza grandes trabalhos. Grandes mesmo. Monta times que Muricys e Felipões não conseguem com o triplo de orçamento.

Contudo perdeu muitas decisões, sofre preconceitos por causa de uma superstição ou outra, e convive com o estigma de “derrotado”.

E isso tudo por quê? Porque o cara se expõe.

E hoje é o ÚNICO que ainda insiste no que acredita, quando a rotina do grupo dos treinadores medianos é seguir as “tendências vindas da Europa”.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Um pouquinho de lá, um pouquinho de cá

Talvez alguns de vocês tenham reparado que vai rolar uma pausa estranha na Libertadores.

As equipes voltam a campo agora apenas no início de abril por causa das datas FIFA que estão chegando com eliminatórias pra Copa, amistosos e tudo mais que você já tá acostumado.

A regra vale para os principais nacionais europeus e pra competições continentais. Portanto, a Champions também dá uma pausa (a gente não percebe porque já tá acostumado com grandes espaços entre uma fase e outra das pelejas europeias).

E como tivemos rodadas completas na Liberta, e também o sorteio das quartas na Champions, podemos aproveitar esse período pra analisar o que já rolou e o que está por vir.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Vai começar a brincadeira

Olha ela aí de novo. A destruidora de sonhos, criadora de heróis e fábrica de histórias do futebol na América Latina.

A Taça Libertadores da América 2013 vai começar. Na verdade até já começou. Mas hoje é a estreia dos brasileiros na fase de grupos.

O Fluminense já está na Venezuela pra enfrentar o Caracas, e em Belo Horizonte promessa de jogaço com Atlético-MG e São Paulo.

Amanhã o Palmeiras recebe os peruanos do Sporting Cristal e o Grêmio joga em casa contra o chileno Huachipato. Corinthians só na semana que vem.

O Brasil venceu cinco das últimas oito Libertadores (sendo vice nas outras três), e a chance de manter a hegemonia é grande.

Ainda assim vale a análise sobre nossas chances e os principais adversários neste ano.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Os Grand Canyons do Brasileirão

O Campeonato Brasileiro de 2012 chega à sua reta final lembrando os primeiros anos de Schumacher na Ferrari. As três principais "regiões" da classificação estão separando integrantes de postulantes por grandes margens de pontos.

Teremos mais oito rodadas até dezembro para confirmar o que já sabemos, assim como o alemão que corria as quatro ou cinco últimas corridas da temporada por pura diversão (e mesmo assim vencia).

Nunca concordei muito com a ideia da CBF em colocar clássicos nas rodadas finais pra “evitar a entrega de jogos”. O cara que quer entregar um jogo pra ferrar o rival entrega na última, na penúltima, na antepenúltima ou na 26ª rodada. Não faz diferença.

Mas esse ano, a solução "tucana" (já que estamos no clima das eleições, não posso negar que esse tipo de remendo é a cara do PSDB) vai funcionar em outro sentido.

Só mesmo um clássico pra segurar a atenção do povo numa rodada que não valerá nada, já que as disputas por título, Libertadores e contra a queda estão virtualmente encerradas.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Hora de continuar pensando em dezembro

Por Pedro Nuin

Antes de 4 de julho se transformar no dia da Independência Corintiana, eu e uma imensa fatia da república dos loucos (que incluía o presidente) desdenhávamos da tal da Libertadores. Era um campeonato besta, que só tinha valor porque o Corinthians ainda não havia vencido. Se o Corinthians tivesse uma Libertadores e nenhum Rio-São Paulo, o que ia valer era o Rio-São Paulo. Para nós corintianos é assim que as coisas funcionam. Mas não é que os rivais (ou antis) tinham razão?

É muito bom ganhar uma Libertadores. Não pelo significado da competição em si (porque pra mim ela continua sendo um Brasil x Argentina com altitude no meio). Mas pela paz de espírito que ela te traz. Quando é que na história do Corinthians perder dois clássicos seguidos não instalaria uma crise enorme com queda de treinador? Ah... tem coisas que só essa Libertadores é capaz de fazer.

Mas vamos ao jogo de domingo, quando perdemos do São Paulo (não é assim que eu costumo chamar entre amigos, mas falarei assim em respeito ao grande Wesley, o são-paulino com o espírito mais corintiano que eu conheço).

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O espírito do futebol ainda vive. E é graças a ela

Você que gosta de futebol, mesmo que só um pouquinho, tem de agradecer em todos os dias da sua vida a existência da Taça Libertadores da América.

Ela é o único resquício da emoção real do futebol que nos restou por aqui.

Que me perdoem as "finais estaduais" e as "rodadas decisivas do Brasileirão".

Mas por aqui só há uma competição que traz aquele sentimento de que “sua vida depende da próxima quarta-feira”.

É nela, e apenas nela, que ainda hoje o brasileiro corre o risco de chorar de alegria, de tristeza ou até mesmo do mais puro nervosismo em uma partida de futebol.

Só na Libertadores.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Sobre Libertadores e “Honra ao Mérito”

Você já deve ter visto, ou ao menos ouvido falar, naquelas medalhinhas com esses dizeres. A expressãoHonra ao Mérito” é uma homenagem em reconhecimento aos valores (de talento, coragem, iniciativa, trabalho, etc.) de uma determinada pessoa ou grupo que faz, ou fez, por merecer aquela manifestação de cortesia e consideração.

Que o Corinthians é o novo campeão da Taça Libertadores da América você também já deve saber.

O que talvez ainda saiba é o porquê da conquista ter ido pra aquele que mais mereceu durante toda a competição.

Em 2012 tivemos a Libertadores de mais alto nível dos últimos seis anos pelo menos. Prova disso é o fato de que todas as oito equipes que chegaram às quartas tinham plenas condições de estar em campo ontem a noite.

Fluminense, Boca Juniors, Universidad do Chile, Libertad, Corinthians, Vasco, Santos e Vélez Sarsfield. Não me lembro do ano em que a “Liberta” reuniu tanta qualidade numa fase de quartas-de-final.

E mesmo com tanta gente boa na disputa, o campeão foi absolutamente incontestável.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Por que o campeão da Libertadores vai ser o...

Ontem aconteceu o primeiro jogo das finais da Libertadores 2012.

Boca Juniors e Corinthians ficaram no 1x1 na Argentina. Placar este que não mostrou quem levantará a Taça quarta-feira que vem.

Não mostrou pra você, fique claro.

Porque eu já sei quem vai ser campeão da Taça Libertadores da América 2012.

Tenho certeza que o Corinthians será o vencedor. E estou certo de que o Boca leva o hepta.

Não entendeu? Então confere aí as minhas duas teses para apontar o campeão e escolhe uma pra acreditar e argumentar com os amigos. 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O caminho pela América é pequeno para dois alvinegros

Sabe aquele episódio do desenho em que dois dos personagens mais fodões atiram seu ataque mais forte, um contra o outro, acontece aquela grande explosão, a tela da sua TV fica toda branca e você fica na gigante expectativa de saber qual dos dois resistirá em pé?

Pois é. Este é um bom modo de se ver a semifinal da Libertadores entre Corinthians x Santos.

No dia 24 de maio, quinta-feira, às 22h40, quando terminou a disputa de pênaltis entre Santos e Vélez Sarsfield na Vila Belmiro, definindo assim o clássico paulista como uma das semis, tudo o que tange o futebol brasileiro ficou meio que “suspenso”.

A atenção dos torcedores de todo o Brasil se congelou por intermináveis 20 dias a espera do início dos confrontos.

Todos ficaram como quem espera o episódio decisivo do desenho, da novela ou do seriado que mais gosta, sabe?

Sempre que se puxava algum assunto sobre futebol, fosse a Euro, a Copa do Brasil, o Campeonato Vietnamita, tinha alguém por perto que comentava “E o jogo hein?”.

E sempre havia outro alguém pra responder “É, vai ser foda”.

Estes inclusive não necessariamente torcedores de Corinthians ou Santos. Eu mesmo conversei sobre como seriam esses jogos com torcedores de pelo menos seis clubes diferentes dos envolvidos.

E o dia 13 chegou. E sua tela ficou toda branca. Pelo menos até ontem.