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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Quando toda a paixão se justifica

Não precisamos repetir aqui o quão apaixonados somos por futebol. Desde sempre e até nos piores momentos.

Mas vamos combinar que quando a bola ajuda a gente a gostar ainda mais, facilita, não é verdade?

E nesses últimos tempos parece que ela decidiu se superar ano a ano. Como quem tenta "limpar a barra" conosco. Pagar todos os seus débitos e tirar o nome do SERASA.

E não satisfeito em quitar seus débitos, ainda tem deixado grandes histórias de troco.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Galo bom só canta depois do dia clarear

Quase deu m...eleca.

O Atlético-MG é o grande favorito da Libertadores desde a desclassificação do Corinthians contra o Boca Juniors. Está jogando um futebol muito atraente. Fazendo gols. Invicto em casa. O time todo correndo muito e tal.

E nessa hora, quando o favoritismo se instalou definitivamente em BH, o Galo cometeu o eterno erro dos franco favoritos.

Time, treinador e até torcida acreditaram ser imbatíveis. A máscara do pânico (uma puta ideia, diga-se de passagem) antes do jogo exemplificava isso.

O sentimento do “comigo ninguém pode” tomou conta. E por um milagre a derrota mais doida da história atleticana não veio quinta-feira passada.

E assim, o que aprendemos no último dia 30 no Estádio Independência amiguinhos?

sexta-feira, 22 de março de 2013

Ri, mas não desacredita não

Se eu te pedir pra listar os cinco técnicos brasileiros que mais têm sido alvos de chacotas nos últimos anos, fatalmente sua lista terá o nome de Alexi Stival. Tá, talvez não ESSE nome exatamente, mas seu apelido, Cuca.

Ele frequentemente realiza grandes trabalhos. Grandes mesmo. Monta times que Muricys e Felipões não conseguem com o triplo de orçamento.

Contudo perdeu muitas decisões, sofre preconceitos por causa de uma superstição ou outra, e convive com o estigma de “derrotado”.

E isso tudo por quê? Porque o cara se expõe.

E hoje é o ÚNICO que ainda insiste no que acredita, quando a rotina do grupo dos treinadores medianos é seguir as “tendências vindas da Europa”.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Esporte e superstição

No final do ano passado, ali pela trigésima e sei lá o quê rodada do Brasileirão, um fato muito curioso marcou a luta (frustrada) do Palmeiras contra o rebaixamento.

Antes do início do jogo contra o Cruzeiro, em Araraquara (SP), um dos assessores de imprensa do clube foi visto jogando sal grosso no pé da trave de um dos gols do Estádio da Fonte Luminosa, tão lembrados?

Pois é, o Palmeiras acabou vencendo aquele jogo marcando dois gols exatamente na baliza “abençoada”. O acontecimento foi muito comentado durante dias e, ao que parece, o sal grosso acabou cedo demais.

Mas o Palmeiras não foi o primeiro e nem o último a apostar em superstições no esporte. E alguns casos em especial, valem ser lembrados por aqui.

sábado, 1 de setembro de 2012

Enfim, forte e vingador

Você, mesmo que a distância, está acompanhando o Campeonato Brasileiro. Não tem jeito, mesmo que desencanado, você ouve falar, lê alguma notícia, assiste algo na TV.

E em consequência disso com certeza está sabendo alguma coisa sobre a espetacular campanha do Atlético-MG. A equipe de Belo Horizonte encerrou o primeiro turno beirando 80% de aproveitamento dos pontos. OITENTA POR CENTO.

Pra se ter uma ideia, o Barcelona terminou o último Campeonato Espanhol com 79,8% de aproveitamento. E olha que lá os caras só enfrentam o Real Madrid de igual pra igual.

Se o Galo vai ter gás pra ir até dezembro na frente é outra história. Mas, no mínimo, já é admirável o desempenho de um gigante que vinha desacordado há um longo (longo mesmo, pra caramba, longuíssimo) inverno.

Aí você pode se perguntar: Esse momento tão especial caiu do céu? É um milagre? É a força do destino? De jeito nenhum (aliás, nada na vida é).

Cinco pontos são cruciais para o Galo estar onde está. E não, a sorte não é nenhum deles.