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segunda-feira, 22 de abril de 2013

A Maldição do Melhor Líder

Era uma vez, na cidade colombiana de Cali, a Corporacion Deportiva América. Nascida em 1918, só formou seu primeiro time de futebol em 1927. Era uma equipe que tentava rivalizar com o Atlético Nacional, de Medellín. Mas não conseguia porque nunca ganhava porcaria nenhuma.

Foram mais de 50 anos de existência e de chacotas sem títulos (se você acha que o palmeirense sofre sendo piada há mais de uma década, imagine ser piada por cinco), até formar o melhor time de sua história na década de 80. O goleiro do esquadrão era Julio Cesar Falcioni (até outro dia treinador do Boca Juniors) e os caras venceram os Campeonatos Colombianos de 1982, 83, 84, 85 e 86. Já eram portanto no mínimo do mesmo tamanho do Atlético.

Para se tornarem maiores que os rivais, faltava apenas uma glória internacional (coisa que o Atlético não tinha). Era o momento de aproveitar aquele grande time e conquistar uma Libertadores.

E é aqui que começa a nossa história sobre “A Maldição do Melhor Líder”, que já acompanha a competição continental há 15 anos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Esporte e superstição

No final do ano passado, ali pela trigésima e sei lá o quê rodada do Brasileirão, um fato muito curioso marcou a luta (frustrada) do Palmeiras contra o rebaixamento.

Antes do início do jogo contra o Cruzeiro, em Araraquara (SP), um dos assessores de imprensa do clube foi visto jogando sal grosso no pé da trave de um dos gols do Estádio da Fonte Luminosa, tão lembrados?

Pois é, o Palmeiras acabou vencendo aquele jogo marcando dois gols exatamente na baliza “abençoada”. O acontecimento foi muito comentado durante dias e, ao que parece, o sal grosso acabou cedo demais.

Mas o Palmeiras não foi o primeiro e nem o último a apostar em superstições no esporte. E alguns casos em especial, valem ser lembrados por aqui.