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terça-feira, 28 de maio de 2013

Um brinde ao futebol sério

Quem me acompanha nas redes sociais por vezes se irrita com o volume de informações que costumo publicar durante os grandes jogos de futebol.

Faço isso porque, com base na minha breve experiência acompanhando este esporte, percebo que ele está cada vez mais pasteurizado, e os grandes jogos e jogadores; aqueles que mobilizam a atenção de torcedores envolvidos e não envolvidos; têm acontecido cada vez menos.

Em 2013, até o momento, nesta categoria tivemos apenas os dois Corinthians x Boca e alguns jogos do São Paulo (os jogos contra o Corinthians, contra o Atlético-MG, a volta do Ganso à Vila Belmiro...). Só. De resto apenas joguinhos meia boca que se muitas vezes não atraiam nem o próprio torcedor, que dirá os outros.

O futebol brasileiro está pobre de coisas que mobilizam o espectador, que chamam atenção, que provocam comentários pro bem ou pro mal.

Em outros tempos, semanalmente tínhamos jogos assim. Foram se acabando. E com a saída de quase todo mundo da Libertadores, esse ano poderemos não ter mais.

Em outros tempos, tínhamos dezenas de jogadores assim. Foram se acabando. E com a saída de Neymar para o Barcelona, esse ano provavelmente não teremos mais.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Carta aberta ao chinês

Fala Zizão, beleza cara? Vi seu jogo domingo e confesso ter ficado aliviado.

E esse alívio não se deve ao seu possível fortalecimento no grupo corintiano, muito menos pelo “importante” ponto que você ajudou o time a conquistar.

Tudo isso pode (e deve) ter valor para o torcedor do Corinthians. Não é meu caso, portanto vamos em frente.

O alívio se deu por algo ao qual ninguém (ou quase ninguém) pareceu dar importância até o momento. 

Você, o ser humano Chen Zhi Zhao Tin.

Um jovem que ficou exposto a coisas que poucos por aqui encarariam.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Decidiu o título, mas não apareceu no pôster

Enquanto a mãe do Robinho passeava com os
sequestradores em 2004, o vovô Basílio teve que resolver
Como sempre diz o pofexô Vanderley, todo time campeão vai pra final precisando de um dos seus reservas.

Invariavelmente, durante a caminhada, algum titular é vendido, se machuca ou é suspenso. Nessa hora é que o treinador precisa de um reserva de confiança, que não vai colocar todo o trabalho a perder.

Num primeiro momento, a expectativa é de que o cara entre e não comprometa. Faça o arroz com feijão.

Mas às vezes somos surpreendidos, e esse cara que saiu do banco desacreditado vai lá e decide o campeonato.

Entre os grandes paulistas lembro de quatro boas histórias pra contar aqui.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Futebol é festa

Fala sério, tem coisa mais bacana num jogo de futebol do que a hora do gol?

Antes tem aqueles dois segundos em que todo mundo prende a respiração enquanto o atacante chuta, e só depois a explosão. Um minuto de pura festa no embalo da comemoração que rola em campo.

E por falar em comemoração de gols, tem jogador que se supera hein? Enquanto uns fazem de um estilo de comemoração sua marca registrada, outros fazem provocações históricas que são lembradas pra sempre.

Num tempo em que as comemorações são punidas com cartão amarelo, vamos lembrar de algumas de um passado nem tão distante, quando essa “bagunça” era parte obrigatória do espetáculo.