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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Esporte e superstição

No final do ano passado, ali pela trigésima e sei lá o quê rodada do Brasileirão, um fato muito curioso marcou a luta (frustrada) do Palmeiras contra o rebaixamento.

Antes do início do jogo contra o Cruzeiro, em Araraquara (SP), um dos assessores de imprensa do clube foi visto jogando sal grosso no pé da trave de um dos gols do Estádio da Fonte Luminosa, tão lembrados?

Pois é, o Palmeiras acabou vencendo aquele jogo marcando dois gols exatamente na baliza “abençoada”. O acontecimento foi muito comentado durante dias e, ao que parece, o sal grosso acabou cedo demais.

Mas o Palmeiras não foi o primeiro e nem o último a apostar em superstições no esporte. E alguns casos em especial, valem ser lembrados por aqui.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

No apagar das luzes

Neste fim de semana aconteceram as últimas provas e o encerramento dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012.

Por se destacar principalmente em esportes coletivos, o Brasil geralmente paga um preço alto nos Jogos Olímpicos. Passa sempre os primeiros dez dias de competições vendo todos os países encherem a mala de medalhas, enquanto nós só recebemos algum destaque nos cinco últimos dias.

Em Londres não foi diferente. Mesmo com as agradabilíssimas surpresas do judô e da ginástica, as atenções dos brasileiros eram prioritariamente pro basquete, futebol e vôlei.

No basquete já havíamos rodado previamente. Mas ainda tinham três ouros “na mesa”. Os dois “vôleis” e o futebol masculino.

Dos três, pegamos um. As duas pratas que deixamos de perder se juntaram a de Esquiva Falcão no boxe. Levamos também um bronze, heróico, com Yane Marques no pentatlo moderno.

E foi assim, com vitórias, derrotas com sabor de vitórias, e derrotas com gosto de derrota mesmo que encerramos nossa participação nos Jogos de Londres.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O que sobrou pra disputarmos

Após mais uma tristeza, na final do vôlei de praia masculino, é hora de reunir nossas últimas fontes de medalha nesses Jogos.

Importante lembrar que iremos bater o recorde histórico de 15 medalhas que conquistamos em Atlanta-96 e Pequim-2008.

Não poderemos dizer que foi nossa Olimpíada mais vencedora, pois não alcançaremos os cinco ouros de Atenas-2004 (aliás, bem que poderíamos).

Mas vai ser a edição que mais nos deu medalhas em toda a história. Isso não é pouca coisa.

Mas vamos lá, aonde ainda devemos concentrar nossas atenções nesses últimos três dias de Olimpíadas?

quarta-feira, 21 de março de 2012

Entre outras quatro linhas #10 - Vôlei

A Superliga 2011-12 de Vôlei começou dia 09 de dezembro de 2011.

Mas só vou falar dela agora.

Porque, pelo menos no feminino (nosso assunto de hoje), enfim chegamos aos finalmentes.

Esperava que Rio de Janeiro, Osasco, Vôlei Futuro e Minas se livrassem da rapa pra poder falar de vôlei de qualidade (que a torcida do Vôlei Macaé me perdoe).

E a Superliga Feminina chegou agora às semifinais.

Já temos os nomes das equipes.

Rio de Janeiro, Osasco, Vôlei Futuro e Minas.

Vejam só vocês.

Mas sarcasmos à parte, agora o bicho pega de verdade.

Vou falar pra vocês um pouco de cada uma das quatro equipes.

Como chegaram até aqui, seu principal destaque e o que esperar do confronto semifinal.

Ah, e no começo de abril farei o mesmo com o masculino.

Primeiro as damas.