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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Descansou

Nós, fãs de futebol aqui no Brasil, temos vários entes queridos. Doze deles em especial são os mais importantes e mais presentes em nossas vidas. 

Quatro moram em São Paulo, quatro moram no Rio, dois moram em Minas e dois no Rio Grande do Sul.

É difícil pra nós nos preocuparmos com doze pessoas ao mesmo tempo. Mas podemos dizer que, cada um ao seu modo, onze deles estão encerrando o ano na boa.

Uns mais felizes pelas conquistas alcançadas em 2012, outros nem tanto. Tem um que tá até com viagem marcada pro Japão agora em dezembro.

Enfim, quase todos numa boa esperando 2013.

Quase todos.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O elo fraco

Hoje vamos tentar rir de um assunto que dá vontade de chorar. É dia de falar do pereba, do caneludo, do curupira, do pé torto, do jogador inacreditavelmente ruim que exibe toda sua falta de habilidade pelos campos brasileiros.

No dialeto boleiro, essa cara também pode ser chamado de "elo fraco" do time, numa alusão ao ponto onde a corrente tem mais chance de arrebentar.

Até mesmo nos jogos de quadra e society entre amigos, este ser é rapidamente identificado e não recebe mais passes do resto do time.

No futebol profissional é mais difícil "neutralizar" o cara em campo. Por isso, geralmente ele fica no banco.

No entanto, conforme bem diz um sábio ditado futebolístico, "o problema de ter um cara muito ruim no elenco, mesmo que no banco, é que um dia ele vai ter que jogar".

Esta é uma das maiores verdades da bola. E não precisamos ir longe pra provar isso. Os quatro paulistas já nos dão exemplos suficientes. Quer ver só?