Hoje vamos tentar rir de um assunto que dá vontade de chorar. É dia de falar do pereba, do caneludo, do curupira, do pé torto, do jogador inacreditavelmente ruim que exibe toda sua falta de habilidade pelos campos brasileiros.
No dialeto boleiro, essa cara também pode ser chamado de "elo fraco" do time, numa alusão ao ponto onde a corrente tem mais chance de arrebentar.
Até mesmo nos jogos de quadra e society entre amigos, este ser é rapidamente identificado e não recebe mais passes do resto do time.
No futebol profissional é mais difícil "neutralizar" o cara em campo. Por isso, geralmente ele fica no banco.
No entanto, conforme bem diz um sábio ditado futebolístico, "o problema de ter um cara muito ruim no elenco, mesmo que no banco, é que um dia ele vai ter que jogar".
Esta é uma das maiores verdades da bola. E não precisamos ir longe pra provar isso. Os quatro paulistas já nos dão exemplos suficientes. Quer ver só?