Não precisamos repetir aqui o quão apaixonados somos por futebol. Desde sempre e até nos piores momentos.
Mas vamos combinar que quando a bola ajuda a gente a gostar ainda mais, facilita, não é verdade?
E nesses últimos tempos parece que ela decidiu se superar ano a ano. Como quem tenta "limpar a barra" conosco. Pagar todos os seus débitos e tirar o nome do SERASA.
E não satisfeito em quitar seus débitos, ainda tem deixado grandes histórias de troco.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Tem como não amar o futebol?
E o jogo de ontem, hein? Rapaz, que show.
Num país onde o Chatileirão se arrasta até dezembro, temos poucas chances de assistir a grandes jogos como os de Libertadores.
Num país onde o Chatileirão se arrasta até dezembro, temos poucas chances de assistir a grandes jogos como os de Libertadores.
E o Galo tá garantindo nosso entretenimento esse ano.
Buscou uma heroica (e talvez inédita, não tenho certeza) vitória em La Paz, deu shows dignos de Globetrotters nos confrontos contra o Arsenal de Sarandí, deitou nos confrontos contra o São Paulo, proporcionaram emoção extrema e desnecessária contra o Tijuana e ontem... ah, ontem o bicho pegou.
Dá pra dividir o que aconteceu nesta quarta em pelo menos quatro capítulos.
Buscou uma heroica (e talvez inédita, não tenho certeza) vitória em La Paz, deu shows dignos de Globetrotters nos confrontos contra o Arsenal de Sarandí, deitou nos confrontos contra o São Paulo, proporcionaram emoção extrema e desnecessária contra o Tijuana e ontem... ah, ontem o bicho pegou.
Dá pra dividir o que aconteceu nesta quarta em pelo menos quatro capítulos.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Galo bom só canta depois do dia clarear
Quase deu m...eleca.
O Atlético-MG é o grande favorito da Libertadores desde a desclassificação do Corinthians contra o Boca Juniors. Está jogando um futebol muito atraente. Fazendo gols. Invicto em casa. O time todo correndo muito e tal.
E nessa hora, quando o favoritismo se instalou definitivamente em BH, o Galo cometeu o eterno erro dos franco favoritos.
Time, treinador e até torcida acreditaram ser imbatíveis. A máscara do pânico (uma puta ideia, diga-se de passagem) antes do jogo exemplificava isso.
O sentimento do “comigo ninguém pode” tomou conta. E por um milagre a derrota mais doida da história atleticana não veio quinta-feira passada.
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