segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Brasfoot Tricolor

Reconheceu o nome do famoso joguinho? Pois é amigos, eu, assim como a maioria de vocês, também joguei muito o tal do Brasfoot durante boa parte da minha adolescência.

Era um jogo bem simples e divertido. Você tinha que escalar seu time, contratar jogadores, reformar seu estádio, pagar salários e equilibrar as finanças do clube. Clicava no "jogar" e ficava torcendo pros placares irem mudando ao seu favor.

Ter um bom time e vencer os jogos era muito importante, mas o crucial para sobreviver no jogo era não contrair dívidas com uma folha de pagamento muito alta. Por vezes tive de me desfazer daquele craque por estar perto de não conseguir “honrar os compromissos”.

Infelizmente, como em todo game, chegou o dia em que um nerd maldito criou um código que dava “dinheiro eterno” e estragou o jogo.

Mas por que eu estou falando de Brasfoot? Isso aqui virou blog de games?

Não, não virou. Mas tem uma certa equipe aí que parece estar comandando seu time, com código hacker, na frente da tela de um computador.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Entre outras quatro linhas #34 – NBA

A temporada regular da NBA já passou da metade e vai entrar na sua reta final. E nesses primeiros cinquenta e poucos jogos que cada equipe já fez, pudemos ver quem realmente vai lutar pelas finais e quem vai ficar pelo caminho.

Até o momento tivemos várias surpresas positivas em equipes de onde não se esperava muito (ou pelo menos eu não esperava muito).

E claro, não podemos deixar de falar na grande decepção da Liga até agora, o “dream team” dos Lakers.

Vamos então, resumidamente, falar dos destaques das Conferências Oeste e Leste da NBA.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Vai começar a brincadeira

Olha ela aí de novo. A destruidora de sonhos, criadora de heróis e fábrica de histórias do futebol na América Latina.

A Taça Libertadores da América 2013 vai começar. Na verdade até já começou. Mas hoje é a estreia dos brasileiros na fase de grupos.

O Fluminense já está na Venezuela pra enfrentar o Caracas, e em Belo Horizonte promessa de jogaço com Atlético-MG e São Paulo.

Amanhã o Palmeiras recebe os peruanos do Sporting Cristal e o Grêmio joga em casa contra o chileno Huachipato. Corinthians só na semana que vem.

O Brasil venceu cinco das últimas oito Libertadores (sendo vice nas outras três), e a chance de manter a hegemonia é grande.

Ainda assim vale a análise sobre nossas chances e os principais adversários neste ano.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Na base do “fórceps”

A expectativa era grande pelo primeiro jogo da Seleção com Felipão de volta ao comando. Muito se ouvia falar em “ressurreição” do futebol apresentado em 2002 (como se este tivesse sido um primor, mas aí é outra discussão).

Fiquei satisfeito em ver os amistosos que foram marcados pra esse ano.

Mas não porque enfrentaremos grandes seleções.

A estratégia é enfrentar grandes seleções que vivem um momento tão difícil (ou pior) que o nosso. Esperto, não posso negar.

Ontem foi dia do primeiro desafio, a Inglaterra.

E pra galera do “Mundo Encantado da Família Scolari”, já deu pra perceber que ter Felipão no comando por si só, não bastará pra fazer de nós um dos favoritos pra Copa.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O que eu também não entendo

Dá pra contar nos dedos de uma mão quantas vezes no ano temos um grande jogo, daqueles comentados a exaustão uma semana antes e depois de acontecerem.

O clássico deste último domingo entre Santos e São Paulo foi o primeiro de 2013 a se encaixar nessa condição. Foi o reencontro de Paulo Henrique Ganso com a torcida santista na Vila Belmiro.

A história entre Ganso e o Santos todo mundo já decorou. Ganso “jogou” muito tempo puto com o Santos alegando falta de reconhecimento e vontade de sair, enquanto a torcida ficou muito tempo puta com Ganso afirmando que o mesmo forçava a saída do clube causando seguidos momentos de mal-estar no clube, com críticas a um contrato que ele mesmo não quis alterar, e propositadamente atuando de forma displicente.

A torcida do Santos nós já sabíamos como iria se comportar. A expectativa então era de se saber como (ou pelo menos se) Ganso reagiria a tudo isso.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Esporte e superstição

No final do ano passado, ali pela trigésima e sei lá o quê rodada do Brasileirão, um fato muito curioso marcou a luta (frustrada) do Palmeiras contra o rebaixamento.

Antes do início do jogo contra o Cruzeiro, em Araraquara (SP), um dos assessores de imprensa do clube foi visto jogando sal grosso no pé da trave de um dos gols do Estádio da Fonte Luminosa, tão lembrados?

Pois é, o Palmeiras acabou vencendo aquele jogo marcando dois gols exatamente na baliza “abençoada”. O acontecimento foi muito comentado durante dias e, ao que parece, o sal grosso acabou cedo demais.

Mas o Palmeiras não foi o primeiro e nem o último a apostar em superstições no esporte. E alguns casos em especial, valem ser lembrados por aqui.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Entre outras quatro linhas #33 – Tênis

Senhoras e senhores, ele fez de novo.

Desde que a segunda década dos anos 2000 começou, o Australian Open não sabe o que é ter outro vencedor que não Novak Djokovic.

Neste domingo, numa reedição da final do US Open do ano passado, ele enfrentou o britânico Andy Murray.

Mas ao contrário do que aconteceu nas quadras americanas, Murray não resistiu à força do sérvio e sucumbiu na busca pelo seu segundo Grand Slam.

E olha que quem só viu o começo do jogo, até pensou que poderia ser diferente.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Meninos do Paca

E a molecada do sub-20 do Santos conquistou hoje o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Venceu o Goiás por 3x1 e levou a segunda taça da competição pra baixada santista.

O time fez um grande primeiro tempo, digno do time grande que se impõe sobre o pequeno, sabe? Marcou pressão, desarmou no ataque e fez os gols.

Caiu no erro, que às vezes até os veteranos caem, e voltaram pro segundo tempo achando que o 2x0 era definitivo. Tomaram um gol com dois minutos e cometeram um pênalti aos seis. O empate do Goiás poderia ter colocado tudo a perder. Mas a cobrança foi desperdiçada, o time acordou, fez mais um e conduziu com muita competência o jogo até seu final.

Como mais importante que o título são os frutos dele, deixo aqui um breve comentário sobre os meus destaques do Peixe na Copinha.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

10 argumentos estúpidos contra Neymar

E numa dessas rondas pela internet durante as férias me deparei com um conteúdo (e uma discussão) bem interressante pra trazer aqui no blog.

Meus amigos Felipe Noronha (sim, você já o viu por aqui algumas vezes) e Danilo Pilan comandam o Listagram que, como o nome faz presupor, é um blog sobre as mais variadas listas da vida humana.

Eles podem falar desde os 10 principais Nobels da Paz da história até os 10 melhores sabores de Miojo. Enfim, é muito divertido, sarcástico (ative o sensor de ironias no seu cérebro antes de acessar) e vale a visita.

E como este que vos fala, os dois também gostam de falar de esporte. E o Noronha divulgou no último dia 09 de janeiro um post com os "10 argumentos estúpidos contra Neymar".

Sabemos que todo mundo tem o óbvio direito de não gostar de quem quer que seja. Mas o ódio de alguns pelo Neymar vem do puro recalque pelo moleque ter conquistado o que os preferidos de muitos não conseguiram. E daí nascem os argumentos mais sem nexo do mundo.

Aproveite pra rir um pouco de algumas bobagens que são ditas por aí (e se costuma usar uma delas, por favor, pare).

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Carta aberta ao chinês

Fala Zizão, beleza cara? Vi seu jogo domingo e confesso ter ficado aliviado.

E esse alívio não se deve ao seu possível fortalecimento no grupo corintiano, muito menos pelo “importante” ponto que você ajudou o time a conquistar.

Tudo isso pode (e deve) ter valor para o torcedor do Corinthians. Não é meu caso, portanto vamos em frente.

O alívio se deu por algo ao qual ninguém (ou quase ninguém) pareceu dar importância até o momento. 

Você, o ser humano Chen Zhi Zhao Tin.

Um jovem que ficou exposto a coisas que poucos por aqui encarariam.