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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Entre outras quatro linhas #43 – Tênis

Olha, vou te falar, tá ficando difícil fazer piada no esporte nos últimos tempos, viu?

Já não dá mais pra tirar sarro do Corinthians na Libertadores. Das meninas do Vôlei. Do LeBron nos playoffs da NBA. E agora também não dá mais pra zuar o Andy Murray em Grand Slams.

O britânico quebrou uma escrita de quase OITO DÉCADAS e se sagrou campeão de Wimbledon neste último domingo ao bater Novak Djokovic com um sonoro 3 sets a 0.

Em alguns momentos da partida tivemos a impressão de que o Murray Amarelão ia voltar. Mas não rolou...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Entre outras quatro linhas #33 – Tênis

Senhoras e senhores, ele fez de novo.

Desde que a segunda década dos anos 2000 começou, o Australian Open não sabe o que é ter outro vencedor que não Novak Djokovic.

Neste domingo, numa reedição da final do US Open do ano passado, ele enfrentou o britânico Andy Murray.

Mas ao contrário do que aconteceu nas quadras americanas, Murray não resistiu à força do sérvio e sucumbiu na busca pelo seu segundo Grand Slam.

E olha que quem só viu o começo do jogo, até pensou que poderia ser diferente.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Entre outras quatro linhas #18 - Tênis

Terminou o segundo Grand Slam do ano, o tradicional torneio de Roland Garros.

Neste ano havia a expectativa de uma marca histórica.

Novak Djokovic, se campeão, seria o primeiro tenista a vencer os quatro Grand Slams da ATP em sequência desde Rod Laver em 1969.

Após a final, um recorde realmente foi batido.

Mas não esse.

A lenda sueca, segundo maior tenista de todos os tempos, Bjorn Borg, já não é mais o maior de todos em Roland Garros.

Sua impressionante marca de seis títulos foi superada.

Dizem que um touro espanhol passou por cima.

Outros dizem que o saibro francês mais uma vez "falou" no mais fluente espanhol.

Mas eu só posso à vocês contar o que vi.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Simplesmente, Federer

Em todo tipo de esporte existem grandes atletas.

Em boa parte deles existem os craques, aqueles de talento nitidamente superior aos demais.

Em alguns, encontramos jogadores simplesmente geniais, gente capaz de antever as jogadas dos craques.

Mas dá pra contar nos dedos aqueles caras especiais que se tornam mitos de cada esporte.

Hoje, se você pegar o ranking da ATP, verá o reflexo do momento espetacular do genial Novak Djokovic, líder com sobras na tabela.

Djoko é seguido pelo craque Rafael Nadal, jogador de talento, de força, cheio de títulos e histórias pra contar.

E na modesta terceira posição, ainda longe das pontuações líderes, verá o suíço Roger Federer.

Que é maior para o tênis do que Djoko, Nadal  e todo resto do ranking juntos.

Deixando claro a diferença entre estar melhor do mundo e ser melhor do mundo.

Provavelmente não chegará ao topo do ranking nunca mais na vida.

E eu te explico o porque disso não fazer a menor diferença.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Entre outras quatro linhas #6 - Tênis

E na Austrália, mais uma vez, Djoko.

Se o momento da carreira de Rafael Nadal pudesse ser comparado ao de algum jogador de futebol, seria ao de Cristiano Ronaldo.

São craques, jogadores de um nível superior.

Seriam melhores do mundo por anos consecutivos com facilidade.

Desde que não vivessem seus respectivos auges ao mesmo tempo em que um gênio do esporte em que compete.

Nadal também tem seu Messi. E seu nome é Novak Djokovic.

Guardadas as devidas proporções, obviamente.

Djoko não é tão genial no tênis quanto Messi é no futebol.

Mas é daqueles diferenciados, que também só aparecem de vez em quando.

E a decisão em Melbourne deixou isso claro.

Vamos então falar sobre essa que foi a final mais longa da história dos Grand Slams.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Entre outras quatro linhas #4 - Tênis

Hoje a seção muda de ambiente pra falar de tênis.

A temporada 2012 começou e já tivemos tenistas top competindo em Doha, no Catar.

Mas o que devemos esperar esse ano?

Mais um período de domínio absoluto de Novak Djokovic?

Uma super reação de Rafael Nadal?

O ressurgimento de Roger Federer?
 
Algum coadjuvante roubando a cena nos Grand Slans?

Pense bem antes de escolher a primeira alternativa, pois, se a fase física e técnica de Djoko beira o auge, neste ano ele deve ter muito mais trabalho para se manter no topo.

E ao contrário do que você possa pensar, sua maior ameaça não está no segundo colocado Rafael Nadal, e sim no terceiro, Roger Federer.

E eu explico o porquê.