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domingo, 9 de junho de 2013

Entre outras quatro linhas #41 - Tênis

Depois de sete meses parado por contusão e quase “aposentado” pela mídia, Rafael Nadal retornou às quadras calando bocas e ganhando títulos.

Primeiro os pequenos, como os Masters de Indian Wells, Madri e Roma. E ontem consagrou seu o retorno com o impressionante (e quase inacreditável) octacampeonato de Roland Garros.

Depois de uma semifinal épica contra Djokovic na sexta, enfrentou na final de ontem o terceiro principal nome do saibro (quadra característica do Grand Slam francês e terreno dominado por Nadal há quase uma década), seu compatriota David Ferrer. Para se ter uma ideia, Ferrer não havia perdido NENHUM set na competição até a final.

O placar da decisão? 3 sets a zero pra Nadal.

Djokovic; que nadava de braçada num ranking de "águas tranquilas", já que a concorrência se resumia a Roger Federer, que está perto da aposentadoria, e Andy Murray, que é o Andy Murray; agora precisa ficar esperto novamente.

O Touro está de volta.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Entre outras quatro linhas #33 – Tênis

Senhoras e senhores, ele fez de novo.

Desde que a segunda década dos anos 2000 começou, o Australian Open não sabe o que é ter outro vencedor que não Novak Djokovic.

Neste domingo, numa reedição da final do US Open do ano passado, ele enfrentou o britânico Andy Murray.

Mas ao contrário do que aconteceu nas quadras americanas, Murray não resistiu à força do sérvio e sucumbiu na busca pelo seu segundo Grand Slam.

E olha que quem só viu o começo do jogo, até pensou que poderia ser diferente.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Entre outras quatro linhas #31 - Tênis

“Roger, parabéns pelo recorde histórico de semanas como melhor do mundo. Você realmente é o maior da história. Agora por favor dá licença e deixe-me continuar com a MINHA década na história do tênis”.

Essa foi a sensação que Novak Djokovic deixou em quadra após vencer o ATP Finals Masters Cup nesta segunda-feira.

Num ano em que Djoko levou o Australian Open, Nadal levou Roland Garros, Federer faturou Wimbledon e Murray venceu no US Open, sobrou pra Masters Cup decidir que foi o melhor do ano.

E adivinhe, foi o mesmo cara do ano passado (e muito provavelmente o do próximo também).

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Entre outras quatro linhas #23 - Tênis

Terminou ontem o último Grand Slam do ano, o US Open.

A expectativa sobre o torneio, como de hábito, era muito grande. Os três primeiros colocados do ranking haviam vencido o Australian Open (Djokovic), Roland Garros (Nadal) e Wimbledon (Federer). O Aberto dos Estados Unidos seria então um tipo de desempate. Seria.

Primeiro porque Nadal não competiu. O espanhol segue tentando se recuperar de uma tendinite que o tirou dos Masters 1000 de Toronto e Cincinnati, e dos Jogos Olímpicos de Londres.

Segundo porque, pela primeira vez na vida, Roger Federer não chegou às semifinais do US Open. O suíço foi superado nas quartas pelo tcheco Tomas Berdych.

E em terceiro lugar porque, dessa vez, Novak Djokovic não conseguiu, na grande final, impor sua habitual superioridade em quadras rápidas.

Portanto apresento-lhes o novo integrante do grupo dos maiores tenistas da atualidade. O novo terceiro colocado do ranking. O campeão olímpico. Aquele que dava a impressão de que iria morrer sem um Grand Slam. Que parou de tremer em finais. E que deixou este blogueiro perplexo.

O britânico Andy Murray.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Entre outras quatro linhas #22 - Tênis

Meninos, ele conseguiu.

Num outro post que escrevi especialmente sobre ele aqui no blog duvidei dessa possibilidade, devido ao domínio de Nadal nos torneios de saibro e da grande forma de Djokovic em todas as outras quadras.

Mas ele conseguiu.

Deixá-lo como o segundo tenista com mais semanas no topo do ranking por causa de uma semaninha apenas era um grande pecado.

Agora tá resolvido.

O mito suíço do tênis, maior de todos os tempos em vitórias, finais e títulos de Grand Slams, é agora também o jogador com mais semanas de liderança na história da ATP.

E esse feito não poderia ter sido alcançado em lugar mais emblemático do que a grama sagrada de Wimbledon, na Inglaterra. E ainda por cima numa final contra um britânico, o escocês Andy Murray.

O mito está de volta ao topo.

E é sobre esse jogo histórico que falaremos agora.

Com vocês, a partida que consagrou Roger Federer como heptacampeão de Wimbledon e o maior líder do ranking de entradas da ATP em toda a história.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Entre outras quatro linhas #18 - Tênis

Terminou o segundo Grand Slam do ano, o tradicional torneio de Roland Garros.

Neste ano havia a expectativa de uma marca histórica.

Novak Djokovic, se campeão, seria o primeiro tenista a vencer os quatro Grand Slams da ATP em sequência desde Rod Laver em 1969.

Após a final, um recorde realmente foi batido.

Mas não esse.

A lenda sueca, segundo maior tenista de todos os tempos, Bjorn Borg, já não é mais o maior de todos em Roland Garros.

Sua impressionante marca de seis títulos foi superada.

Dizem que um touro espanhol passou por cima.

Outros dizem que o saibro francês mais uma vez "falou" no mais fluente espanhol.

Mas eu só posso à vocês contar o que vi.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Simplesmente, Federer

Em todo tipo de esporte existem grandes atletas.

Em boa parte deles existem os craques, aqueles de talento nitidamente superior aos demais.

Em alguns, encontramos jogadores simplesmente geniais, gente capaz de antever as jogadas dos craques.

Mas dá pra contar nos dedos aqueles caras especiais que se tornam mitos de cada esporte.

Hoje, se você pegar o ranking da ATP, verá o reflexo do momento espetacular do genial Novak Djokovic, líder com sobras na tabela.

Djoko é seguido pelo craque Rafael Nadal, jogador de talento, de força, cheio de títulos e histórias pra contar.

E na modesta terceira posição, ainda longe das pontuações líderes, verá o suíço Roger Federer.

Que é maior para o tênis do que Djoko, Nadal  e todo resto do ranking juntos.

Deixando claro a diferença entre estar melhor do mundo e ser melhor do mundo.

Provavelmente não chegará ao topo do ranking nunca mais na vida.

E eu te explico o porque disso não fazer a menor diferença.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Entre outras quatro linhas #4 - Tênis

Hoje a seção muda de ambiente pra falar de tênis.

A temporada 2012 começou e já tivemos tenistas top competindo em Doha, no Catar.

Mas o que devemos esperar esse ano?

Mais um período de domínio absoluto de Novak Djokovic?

Uma super reação de Rafael Nadal?

O ressurgimento de Roger Federer?
 
Algum coadjuvante roubando a cena nos Grand Slans?

Pense bem antes de escolher a primeira alternativa, pois, se a fase física e técnica de Djoko beira o auge, neste ano ele deve ter muito mais trabalho para se manter no topo.

E ao contrário do que você possa pensar, sua maior ameaça não está no segundo colocado Rafael Nadal, e sim no terceiro, Roger Federer.

E eu explico o porquê.