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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Entre outras quatro linhas #43 – Tênis

Olha, vou te falar, tá ficando difícil fazer piada no esporte nos últimos tempos, viu?

Já não dá mais pra tirar sarro do Corinthians na Libertadores. Das meninas do Vôlei. Do LeBron nos playoffs da NBA. E agora também não dá mais pra zuar o Andy Murray em Grand Slams.

O britânico quebrou uma escrita de quase OITO DÉCADAS e se sagrou campeão de Wimbledon neste último domingo ao bater Novak Djokovic com um sonoro 3 sets a 0.

Em alguns momentos da partida tivemos a impressão de que o Murray Amarelão ia voltar. Mas não rolou...

terça-feira, 10 de julho de 2012

Entre outras quatro linhas #22 - Tênis

Meninos, ele conseguiu.

Num outro post que escrevi especialmente sobre ele aqui no blog duvidei dessa possibilidade, devido ao domínio de Nadal nos torneios de saibro e da grande forma de Djokovic em todas as outras quadras.

Mas ele conseguiu.

Deixá-lo como o segundo tenista com mais semanas no topo do ranking por causa de uma semaninha apenas era um grande pecado.

Agora tá resolvido.

O mito suíço do tênis, maior de todos os tempos em vitórias, finais e títulos de Grand Slams, é agora também o jogador com mais semanas de liderança na história da ATP.

E esse feito não poderia ter sido alcançado em lugar mais emblemático do que a grama sagrada de Wimbledon, na Inglaterra. E ainda por cima numa final contra um britânico, o escocês Andy Murray.

O mito está de volta ao topo.

E é sobre esse jogo histórico que falaremos agora.

Com vocês, a partida que consagrou Roger Federer como heptacampeão de Wimbledon e o maior líder do ranking de entradas da ATP em toda a história.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Entre outras quatro linhas #18 - Tênis

Terminou o segundo Grand Slam do ano, o tradicional torneio de Roland Garros.

Neste ano havia a expectativa de uma marca histórica.

Novak Djokovic, se campeão, seria o primeiro tenista a vencer os quatro Grand Slams da ATP em sequência desde Rod Laver em 1969.

Após a final, um recorde realmente foi batido.

Mas não esse.

A lenda sueca, segundo maior tenista de todos os tempos, Bjorn Borg, já não é mais o maior de todos em Roland Garros.

Sua impressionante marca de seis títulos foi superada.

Dizem que um touro espanhol passou por cima.

Outros dizem que o saibro francês mais uma vez "falou" no mais fluente espanhol.

Mas eu só posso à vocês contar o que vi.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Simplesmente, Federer

Em todo tipo de esporte existem grandes atletas.

Em boa parte deles existem os craques, aqueles de talento nitidamente superior aos demais.

Em alguns, encontramos jogadores simplesmente geniais, gente capaz de antever as jogadas dos craques.

Mas dá pra contar nos dedos aqueles caras especiais que se tornam mitos de cada esporte.

Hoje, se você pegar o ranking da ATP, verá o reflexo do momento espetacular do genial Novak Djokovic, líder com sobras na tabela.

Djoko é seguido pelo craque Rafael Nadal, jogador de talento, de força, cheio de títulos e histórias pra contar.

E na modesta terceira posição, ainda longe das pontuações líderes, verá o suíço Roger Federer.

Que é maior para o tênis do que Djoko, Nadal  e todo resto do ranking juntos.

Deixando claro a diferença entre estar melhor do mundo e ser melhor do mundo.

Provavelmente não chegará ao topo do ranking nunca mais na vida.

E eu te explico o porque disso não fazer a menor diferença.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Entre outras quatro linhas #4 - Tênis

Hoje a seção muda de ambiente pra falar de tênis.

A temporada 2012 começou e já tivemos tenistas top competindo em Doha, no Catar.

Mas o que devemos esperar esse ano?

Mais um período de domínio absoluto de Novak Djokovic?

Uma super reação de Rafael Nadal?

O ressurgimento de Roger Federer?
 
Algum coadjuvante roubando a cena nos Grand Slans?

Pense bem antes de escolher a primeira alternativa, pois, se a fase física e técnica de Djoko beira o auge, neste ano ele deve ter muito mais trabalho para se manter no topo.

E ao contrário do que você possa pensar, sua maior ameaça não está no segundo colocado Rafael Nadal, e sim no terceiro, Roger Federer.

E eu explico o porquê.