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segunda-feira, 27 de maio de 2013

O santista está feliz

Pronto.

Agora que tudo está oficializado (pra desespero das máquinas de boatos) posso enfim falar seriamente sobre a ida de Neymar pra Europa. Ontem ele fez (provavelmente, já há quem fale em uma tentativa de jogo na Vila antes da ida) sua última partida com a camisa do Santos antes de partir.

Hoje assinou o contrato com o Barcelona e vai jogar ao lado do Messi, do Xavi, do Iniesta, do Daniel Alves e de toda aquela galera lá que vocês estão cansados de conhecer.

Num primeiro momento podemos pensar: “nossa, o torcedor santista deve estar de luto”. Ali, na base do reflexo, também pensei isso quando tudo se confirmou.

Mas depois, pensando com calma em tudo que aconteceu de 2009 até este mês de maio de 2013, mudei um pouco o meu modo de ver a história toda.

Na verdade o santista tem que ficar feliz. E muito.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

E por isso não idolatro Neymar

Por Felipe Noronha

Sim, esse é um texto sobre a venda do Paulo Henrique. Não estou louco. Justificarei.

Não tenho mais blog sobre o Santos, não fiquei irritado quando o Santos foi eliminado pelo Corinthians na Libertadores, não assisto jogos desde então (com 3 exceções por razões pontuais) porque resolvi focar em outras coisas. Mas senti vontade de escrever sobre esse caso, agora que acabou.

Porque, em 2010, eu quis idolatrar o Paulo Henrique. E é por isso que hoje, em 2012, eu não idolatro o Neymar.

Porque, como disse meu amigo Giovani Bissoli, ao ver vídeos dos jogos do Santos de 2010, aquele que ganhou de 10, 9, 8, 6, 5, 4, 3, 2 e 1, mas jamais de SETE (o destino é uma coisa maravilhosa), o sentimento é de um cara que acabou de se divorciar. Ou foi largado, chutado. Corneado.

Idolatrávamos aquele cara que, com a maior 10 do mundo, dava passes maravilhosos, inimagináveis. Chegamos a falar que ele era melhor que o Neymar. Puta. Que. O. Pariu. Que merda que falamos.

sábado, 22 de setembro de 2012

Ufa...

Já faz algum tempo que, no Brasil, só se falava em Mensalão e Ganso. 

Papos cansativos, chatos, que caminhavam lentamente pra seus respectivos desfechos.

Em Brasília, ainda tem água pra passar de baixo da ponte. Em Santos não mais.

Depois de um período de muita conversa, muito disse-me-disse e muita pirraça, Paulo Henrique Lima, vulgo Ganso, não é mais jogador do Santos Futebol Clube.

Rescindiu seu contrato, através do pagamento da parcela santista em sua multa, e assinou mais um compromisso longo, agora com o São Paulo Futebol Clube por cinco anos.

Com o desfecho da história, podemos falar sobre o impacto real disso tudo para santistas e são paulinos, diretamente envolvidos com o caso.

Além claro, de refletir um pouco sobre o que é uma negociação de futebol.

Será a última vez que falo nesse assunto, prometo.