Já faz algum tempo que futebol por aqui deixou de ser lazer acima de tudo.
A cobrança por resultados cresce a cada ano, e o que antes eram “motivos de festa”, hoje são “objetivos à serem cumpridos”.
O comportamento padronizado dos atletas é reflexo disso.
Mesmo que jogue no Corinthians, você não pode vir na coletiva de imprensa e dizer que vai vencer o XV no fim de semana.
É desrespeitoso, dizem alguns. É anti-ético, dizem outros.
Como se os estádios fossem ambientes corporativos.
Tá tudo muito chato, de fato.
Mas essa semana, presenciamos um absurdo fruto dessa mutação a qual o futebol está sendo exposto.
Vou aproveitar e embarcar na história protagonizada pelo meia Léo Rocha, do Treze de Campina Grande, pra falar um pouco mais sobre esse quadro preocupante que se apresenta.
